SOCIEDADE ESPÍRITA “A CAMINHO DA LUZ”


REGIMENTO INTERNO

CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

Art. 1º - O presente Regimento Interno tem por finalidade ratificar, especificar e esclarecer o
Estatuto Social, cuja última alteração foi registrada no Cartório de Registros Civil das Pessoas
Jurídicas de Santa Cruz do Sul–RS em 03 de outubro de 2001, regulamentando os atos da
Administração, dos trabalhos, dos trabalhadores e dando outras providências.

CAPÍTULO II NORMAS GERAIS

Art. 2 - Esse Regimento Interno determina a estrutura organizacional e a estrutura funcional
da Sociedade Espírita “A Caminho da Luz”,traçando o perfil do associado efetivo, remido e
contribuinte para cada atividade, informando os direitos e deveres e delimitando os
procedimentos dos trabalhadores, Coordenadores, Responsáveis e Dirigentes.

Parágrafo Único: Nenhum dos cargos da diretoria ou mesmo dos demais trabalhadores será
remunerado. Deveres dos Associados Efetivos e Remidos

Art. 3 - Os associados efetivos e remidos, além dos previstos no artigo 11 (onze) do Estatuto
Social, têm o dever de:
I. Ser presença constante nas reuniões da Sociedade bem como participar, se for de
seu interesse, de seminários, reciclagem e cursos em geral oferecidos pela mesma ou outras
entidades do movimento espírita;
II. Participar semanalmente de um trabalho público doutrinário e, ao final, participar do
encerramento das atividades e, neste momento, marcar ou ter marcada sua presença no
mesmo para o registro da Secretaria;
III. Participar permanentemente de grupos de estudos nesta Sociedade observando
freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) ao mês, salvo justificativa a ser
analisada pelo Diretor de Estudos Doutrinários. Não preenchido o requisito de freqüência
mínima, o associado efetivo ficará impossibilitado de desempenhar suasatividades na
Sociedade até a regularização da mesma;
IV. Quando for concluído o estudo das Obras Básicas poderá, a cada ano, a seu critério,
ingressar em Grupos Especiais de Estudo, ou escolher o estudo de qualquer obra básica;
V. Manter o Coordenador do Departamento ou o Dirigente Geral dos Trabalhos Públicos
Doutrinários a par das ocorrências nos Setores;
VI. Comunicar, antecipadamente, ao responsável do respectivo Setor, a impossibilidade
de comparecer às atividades para as quais foi escalado;
VII. Apresentar-se ao Responsável de seu Setor de trabalho, após o término do período
de seu eventual afastamento;
VIII. Comunicar ao Presidente a decisão de aceitar o convite para assumir tarefas em
outra(s) Sociedade(s) Espírita(s) Federada(s);
IX. Assinar o “Termo de Adesão ao Serviço Voluntário” conforme Lei nº 9.608 de 18 de fevereiro de 1998;
X. Estar atento à manutenção da disciplina, não permitindo:
a) Fumar no espaço físico do imóvel (prédios e pátio) da Sociedade;
b) Atitudes irreverentes para com os companheiros ou que firam o decoro;
c) Tumultos, gargalhadas, permanência indevida no espaço físico da Sociedade e
d) Que o material que a Sociedade oferece (móveis, utensílios e espaço físico) seja
utilizado de maneira inadequada, descuidada e irreverente.
XI. Chegando à Sociedade para participar da atividade pública doutrinária, deverá,
primeiramente, recolher-se em prece, sintonizando com os benfeitores que atuam nesta atividade;
XII. Permanecer no salão de palestras públicas vibrando positivamente para o bom
andamento das atividades do trabalho público às quaisestá vinculado, quando os postos de
trabalho já estiverem completos;
XIII. Após o encerramento das atividades, manter em ordem todo o material e espaço
físico da Sociedade, e
XIV. Ao representar a Sociedade, mediante solicitação ou autorização desta, fazê-lo com
respeito e diligência em qualquer ambiente.
Parágrafo Único: Ao não ser verificada a presença mínima obrigatória exigida neste artigo
para determinado trabalho, deverão ser consideradas as justificativas que motivaram a
eventual ausência do trabalhador. Procedimentos dos Diretores

Art. 4 - Auxiliar o Presidente a administrar a Sociedade em conformidade com o Estatuto
Social e este Regimento Interno, cumprindo-os e fazendo-os cumprir, bem como homologar
as solicitações dos trabalhadores que se candidatarem ao trabalho coordenado pela
Diretoria respectiva.

Art. 5 - Aos coordenadores de departamentos compete:
I) Indicar seu Substituto e os Responsáveis pelos Setores, mediante homologação do
Diretor da respectiva área de atuação;
II) Transmitir aos setores as diretrizes emanadas da Diretoria da sua área de atuação e do Presidente;
III) Receber os novos associados efetivos, juntamente com os responsáveis pelos setores;
IV) Comunicar ao respectivo Diretor qualquer irregularidade ocorrida no
desenvolvimento das atividades;
V) Comparecer às reuniões de Diretoria, por convocação ou convite desta, ou do
Presidente, sem direito a voto;
VI) Auxiliar na confecção do relatório anual de sua Diretoria (artigo x, Estatuto Social), e
VII) Manter registro e controle atualizado dos trabalhadores de seu departamento,
informando aos demais setores sempre que necessário.

Art. 6 - Aos responsáveis pelos setores compete:
I) Providenciar o material necessário para o desempenho da atividade, e
II) Providenciar para que o seu ambiente de trabalho esteja organizado quando do
encerramento das atividades da Sociedade, tais como material guardado, luzes apagadas,
ventiladores desligados, entre outros.

CAPÍTULO III DIRETORIA DE ESTUDOS DOUTRINÁRIOS

Art. 7 - Esta Diretoria tem por finalidade promover, coordenar, orientar e divulgar o estudo
sistematizado da Doutrina Espírita, objetivando um conhecimento mais profundo do
Espiritismoobservando as prescrições estatutárias e regimentais da Sociedade bem como as
resoluções emanadas pela Diretoria.

Art. 8 - Esta diretoria é composta por um Diretor e um Adjunto, além de um coordenador
para cada dia em que sejam realizadas as atividades com grupos de estudo.
Parágrafo Único: A idade limite mínima para participação nos grupos de estudo é de 18 anos,
salvo se autorizado pela Diretoria.

GRUPOS DE ESTUDO

Art. 9 - Os Grupos de Estudo têm como objetivo o estudo sistematizado da Doutrina Espírita,
com base nas obras básicas e clássicas da mesma, oportunizando um conhecimento mais
profundo da Codificação. Destina-se, prioritariamente, aos associados efetivos e remidos,
como também a todos aqueles que desejam conhecer os postulados doutrinários espíritas.
Estes grupos são orientados por dirigentes e adjuntos homologados pelo Diretor, com o aval
da Presidência.

Art. 10 - Os grupos de estudo seguirão um programa anual, que são:
I) Grupo Básico;
II) Livro dos Espíritos;
III) O Evangelho Segundo o Espiritismo;
IV) O Livro dos Médiuns;
V) A Gênese, e
VI) O Céu e o Inferno e Obras Póstumas.

Parágrafo único: Poderão ser criados Grupos Especiais de Estudo atinentes a conteúdos
doutrinários mediante aprovação da diretoria.

Art. 11 - As reuniões de estudo são realizadas semanalmente,de março a dezembro,
obedecendo a um programa de estudo previamente elaborado.

Art. 12 - Cabe à Diretoria de Estudos Doutrinários estipular o número de Grupos de Estudos,
inclusive os Especiais, os dias/turnos semanais e horários de funcionamento dos mesmos,
bem como seus locais. Parágrafo único: A duração destas reuniões é de 90 (noventa) minutos, podendo ocorrer um
tempo excedente de, no máximo, 15 minutos.

Art. 13 – Será realizada a prévia inscrição dos integrantes do Grupo de Estudo Básico, no
início de cada ano, com a devida divulgação antecipada.

Parágrafo primeiro - Para os demais grupos de estudo, a inscrição será automática,
passando os integrantes ao estudo da obra básica seguinte, com base na seqüência definida
pelo artigo 10 deste Regimento.

Parágrafo segundo - Esta inscrição será feita pela Diretoria de Estudos Doutrinários, onde os
participantes dos atuais grupos, com freqüência anual de, no mínimo, 75% (setenta e cinco
por cento) estarão automaticamente inscritos para o estudo da próxima obra doutrinária,
aos demais deverá ser sugerida a repetição do estudo da obra em que a frequência não foi
alcançada.

Parágrafo terceiro - A freqüência será registrada em documento próprio (chamada) que será
arquivada na Secretaria e integrará os registros dessa Sociedade, sendo utilizada como um
dos critérios para a inclusão ou manutenção do quadro de associados efetivos.

Parágrafo quarto - As chamadas serão recolhidas no final de cada mês pelo Diretor ou seu
Adjunto, quando ocorrerá a entrega das chamadas do mês seguinte ao dirigente do grupo de
estudo. As chamadas recolhidas indicarão o percentual de presença de cada integrante do
grupo de estudo e o secretário informará sobre os participantes dos referidos grupos que
não atingiram o mínimo de 75% de freqüência.

Art. 14 - O ingresso nas atividades de estudo doutrinário é possível a qualquer interessado e
em qualquer tempo no Grupo Básico. Porém apenas valerá como ano concluso de estudos
para aqueles integrantes que ingressaram até o mês de Maio do referido ano. Para aqueles
que ingressaram no Grupo Básico após o mês de Maio, deverá ser sugerida a repetição deste
estudo.

Parágrafo primeiro - O ingresso de qualquer interessado nos demais grupos de estudo da
Sociedade somente poderá ocorrer através de autorização por escrito do Diretor ou Adjunto
da Diretoria de Estudos Doutrinários, e os dirigentes dos grupos de estudo não poderão
aceitar a inclusão de qualquer estudante sem esta autorização. Mediante este documento o
estudante será incluído na relação de novos integrantes da chamada.

Parágrafo segundo - A autorização acima citada também será exigida de todo o estudante
que desejar fazer a troca de dia/turno do grupo de estudo, sem a qual não poderá participar
do novo grupo de estudo.

Art. 15 - O jovem (artigo 31) poderá ser admitido nos grupos de estudo desde que convidado
ou permitido pela Diretoria da Associação.

Art. 16 – O dirigente e adjunto dos grupos de estudos são os coordenadores responsáveis
pelo estudo programado para o dia/turno, conforme o programa elaborado pela diretoria,
observando-se que:
I) Tenham freqüentado todas as etapas dos Grupos de Estudos Sistematizados da
Doutrina, destacando-se por seu conhecimento, conduta doutrinária e aptidão para a tarefa;
II) Tenham participado efetivamente de jornadas, seminários, congressos, módulos de
aperfeiçoamento na Sociedade e/ou fora dela, promovidos pela Sociedade, pela União
Municipal Espírita (UME), pela Federação Espírita do Estado do Rio Grande do Sul (FERGS) ou
pela Federação Espírita Brasileira (FEB);
III) Estudem de forma sistemáticaas obras básicas da Doutrina Espírita.

Parágrafo primeiro - Quando se fizer necessário, a Diretoria poderá autorizar, com a
anuênciada Presidência, que associados efetivos e/ou remidos assumam a direção de grupos
de estudos quando ainda não tiverem freqüentado todas as etapas de estudo.

Parágrafo segundo - Para a função de adjunto não é exigida a conclusão de todas as etapas
dos grupos de estudo, exigindo-se, porém, a observância dos incisos II e III deste artigo.

Art. 17 – O dirigente e o adjunto dos grupos de estudos têm por dever:
I) Seguir o programa de estudo estabelecido pela diretoria, preparando a reunião com
antecedência, pesquisando o tema e apresentando-o de forma objetiva, com vocabulário
claro, conciso, podendo usar técnicas pedagógicas e materiais didáticos diversos;
II) Participar das reuniões semestrais de avaliação promovidas pela Diretoria.
III) Encaminhar aos demais diretores os nomes daqueles que considerarem capazes para
participar de cursos específicos oferecidos pela Sociedade e/ou para estagiar nos
diversos setores-departamentos da Sociedade;
IV) Na hipótese de não conseguir sanar qualquer dificuldade com os integrantes do seu
grupo de estudo, deverá recorrer à Diretoria de Estudos Doutrinários, e
V) Na impossibilidade de permanecer na tarefa, indicar seu eventual substituto, que será
avaliado pelo diretor de estudos doutrinários.

Art. 18 - O dirigente e o adjunto dos grupos de estudos estarão sendo constantemente
avaliados pela diretoria de estudos doutrinários, podendo ser substituídos pela mesma.

Art. 19 - O cancelamento de aulas, em dias especiais de eventos ou feriados, somente
poderá ocorrer mediante a autorização prévia do diretor de estudos doutrinários.

CAPÍTULO IV DIRETORIA DE EVANGELIZAÇÃO DA INFÂNCIA E JUVENTUDE (DIJ)

Art. 20 - Esta Diretoria visa coordenar e supervisionar todas as atividades inerentes ao
programa de Evangelização da Infância e Juventude da Sociedade, em cumprimento ao
dispositivo estatutário e regimental, observando as resoluções da Diretoria tomadas com
base nos programas-roteiros da Federação Espírita Brasileira (FEB) e Federação Espírita do
Rio Grande do Sul (FERGS), com a finalidade de:
I) promover, incentivar e divulgar a importância das atividades de evangelização da
infância e juventude às novas gerações;
II) ensinar o conceito evangélico-doutrinário no desenvolvimento da tarefa;
III) propiciar aos evangelizadores recursos materiais para a realização da tarefa, e
IV) promover, sempre que possível, o aperfeiçoamento doutrinário-pedagógico dos evangelizadores.

Art. 21 - Esta Diretoria é constituída de:
I) Departamento da Infância;
II) Departamento da Juventude, e
III) Departamento de Estudo Doutrinário para Pais.

Art. 22 - A Evangelização Espírita Infanto-Juvenil visa proporcionar às crianças e aos jovens
oportunidades de aprendizagem dos conceitos propostos pelo Espiritismo, promovendo a
vivência dos princípios Evangélico-Doutrinários através:
I) do interesse contínuo pelo estudo e pela renovação dentro de diretrizes EvangélicoDoutrinárias;
II) da atitude cristã para com o próximo e à vida;
III) do interesse contínuo pelo processo de evolução espiritual;
IV) da participação efetiva nas atividades da Sociedade Espírita;
V) da atuação construtiva no movimento federativo;
VI) do interesse pela causa da unificação do Movimento Espírita, e
VII) da participação efetiva no cumprimento da tarefa-missão espiritual do Brasil.

Art. 23 - Os encontros são realizados semanalmente na sede da Sociedade, nos meses de
março a dezembro,em horário a ser definido pela Diretoria, com duração de noventa
minutos cada encontro. Parágrafo único- Toda a atividade doutrinária que solicite a participação da criança ou do
jovem fora do horário, dia e/ou local da evangelização, será comunicada aos pais ou
responsáveis, mediante o consentimento por escritoem termo de autorização.

Art. 24 - Esta Diretoria é composta de um diretor e um adjunto, bem como de um
coordenador e um substituto para cada departamento.

Parágrafo primeiro - Os Evangelizadores são referendados pelo Diretor de Evangelização da
Infância e Juventude.

Parágrafo segundo - Os Coordenadores dos Departamentos da Infância e da Juventude e
seus substitutos podem acumular a função de evangelizadores.

Art. 25 - A Diretoria deve incentivar o comparecimento de componentes dos Departamentos
da Infância e da Juventude em reuniões comemorativas no âmbito da Sociedade e em
eventos promovidos pela União Municipal Espírita (UME) ou organizados pela FERGS.

Art. 26 - A Diretoria deve promover, pelo menos, duas reuniões anuais com os pais dos
inscritos em ambos os departamentos , visando expor o trabalho desenvolvido, estando
aberta à colaboração dos mesmos.

Parágrafo único - Será elaborado um planejamento anual das atividades, através de, no
mínimo, duas reuniões anuais, juntamente com os Coordenadores e Evangelizadores, e
consoante os objetivos da Diretoria da Sociedade.

Art. 27 - Os Evangelizadores são indicados pelos coordenadores dos departamentos, com a
homologação do diretor. Os mesmos serão avaliados durante todo o período de trabalho,
podendo ou não permanecer na atividade no ano seguinte.

Art. 28 – O evangelizador deverá:
I) terfreqüentado Grupos de Estudo desta Sociedade por um período mínimo de 03 (três) anos;
II) demonstrar, através da conduta, gostar de trabalhar com crianças e jovens e gostar
de efetuar estes trabalhos de evangelização;
III) assumir responsabilidade em dias e horas que possam realmente dispor para o
cumprimento do compromisso assumido;
IV) permanecer atentos às determinações do Diretor e/ou Coordenador quanto aos
programas, horários, eventos e outras responsabilidades atinentes à tarefa;
V) comparecer às reuniões programadas, apresentando sugestões que possam melhorar
o trabalho junto aos evangelizandos e demais evangelizadores;
VI) estimular a participação do jovem assíduo nas tarefas assistenciais da Sociedade,
mediante autorização prévia, por escrito, dos pais ou responsáveis;
VII) integrar o jovem à Sociedade esclarecendo-o quanto às várias frentes de trabalho,
apresentando-o aos colaboradores de outras tarefas;
VIII) submeter ao Diretor e/ou Coordenador a organização de eventos.
IX) comparecer a cursos, encontros, jornadas, seminários, congressos, reuniões,
organizados por esta Sociedade;
X) planejar as aulas previstas segundo o programa de estudos e, quando solicitado,
apresentá-las ao diretor;
XI) estar atento à manutenção da disciplina, não permitindo atitudes irreverentes para
com os companheiros ou que firam o decoro, sob a alegação de que o jovem deve estar
liberto de certos preconceitos, assim como evitar que os jovens se isolem do grupo, não
participando dos estudos, tornando a Sociedade apenas como ponto de encontro, e
XII) evitar o uso de aparelhos eletrônicos durante os encontros e atividades, como
celulares, aparelhos sonoros, etc..., solicitando que os mesmos permaneçam desligados,
salvo quando necessário.

Art. 29 - A Diretoria de Evangelização da Infância e da Juventude estabelece, anualmente, a
programação a ser cumprida por cada ciclo. Os conceitos contidos nos programas de estudo
são os exarados nas Obras Básicas de Allan Kardec, preferencialmente “O Livro dos Espíritos’
e “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, além de outras obras espíritas subsidiárias.

Parágrafo único - Todo e qualquer trabalho que utilize como didática e reforço de
aprendizagem as riquezas da educação artística (musical, cênicas e plásticas) deve basear-se,
igualmente, no conteúdo, vocabulário e conhecimentos da Doutrina Espírita e moral
Evangélico-Cristã, adequando seus conteúdos e estratégias ao nível das crianças e jovens.

Art. 30 - As turmas, constituídas pelo critério de faixas etárias, organizadas por ciclos, são
coordenadas/dirigidas por um Evangelizador/Orientador e/ou com um auxiliar, cujas idades
recomendadas são:
I) Jardim da Infância: 05 e 06 anos;
II) 1º Ciclo: 07 e 08 anos;
III) 2º Ciclo: 09 e 10 anos, e
IV) 3º Ciclo: 11 e 12 anos.

Art. 31 - A Evangelização da Juventude é realizada com jovens de 13 a 18 anos, com
subdivisões a critério do Diretor ou Coordenador, compondo os ciclos de acordo com a
idade, maturidade e/ouconhecimento sobre a Doutrina.

Art. 32- O ingresso dos evangelizandos de idades diferenciadas nos ciclos poderá ocorrer
mediante avaliação criteriosa e autorização do diretor, com a colaboração dos
evangelizadores do respectivo ciclo, e tem como critérios o controle da assiduidade,
demonstração de interesse e domínio de conteúdos doutrinários por parte da criança e do
jovem, observados em realizações de tarefas, atitudes e afetividade para com todos.

Art. 33 - O jovem poderá atuar na condição de trabalhador desta Sociedade desde que
atenda todos os requisitos solicitados pelo Estatuto Social e este Regimento Interno.

Art. 34 - Os estudos doutrinários dirigidos aos pais e familiares dos evangelizandos visam
proporcionar aos seus integrantes a aprendizagem e o desenvolvimento dos conceitos
doutrinários direcionados à educação e à família, tendo um programa de estudos a ser
ministrado por dirigentes de grupos de estudos doutrinários,bem como eventuais
convidados pela diretoria.

Parágrafo primeiro - O programa é elaborado por esta Diretoria e acompanhado por um
Coordenador indicado pelo Diretor ou Adjunto.

Parágrafo segundo - O estudo é realizado concomitantemente com as aulas de
Evangelização da Infância, com a supervisão do Coordenador, que deve estar presente em
todos os encontros, colocando-se à disposição dos pais e familiares com intuito de
aprimoramento dos trabalhos.

CAPÍTULO V DIRETORIA DE TRABALHOS PÚBLIC0S DOUTRINÁRIOS

Art. 35 - Esta Diretoria visa promover a divulgação da Doutrina Espírita através de palestras
públicas doutrinárias. É responsável, também, pela recepção dos freqüentadores, direção
geral das reuniões públicas doutrináriase Escola do Evangelho.

Art. 36 - Esta Diretoria é constituída de um diretor e um adjunto e divide-se nos seguintes
departamentos:
I) Departamento de palestras públicas doutrinárias;
II) Departamento de recepção e direção geral dos trabalhos públicos doutrinários, e
III) Departamento da Escola do Evangelho.

DEPARTAMENTO DE PALESTRAS PÚBLICAS DOUTRINÁRIAS

Art. 37 – De caráter público, a palestra visa a correta análise e divulgação da Doutrina
Espírita em seu tríplice aspecto.

Art. 38 - Este departamento é composto de um coordenador e um adjunto.

Art. 39 - A Mesa Diretora dos Trabalhos Públicos Doutrinários é composta pelo Dirigente dos
Trabalhos Públicos Doutrinários, ou quem ele determinar, e pelo Palestrante.

Art. 40 - Tendo em vista tratar-se de um trabalho público, em que muitas vezes as pessoas
têm um primeiro contato com a Doutrina Espírita, além de sua relevância e finalidade, as
palestras devem merecer, por parte do Coordenador de Palestras Públicas Doutrinárias,
muita atenção e diligência no trabalho de organização.

Art. 41 - Todas as Palestras Públicas Doutrinárias devem observar um cronograma
previamente elaborado, constando o tema, bibliografia e nome do palestrante, o qual ficará
à disposição do público através de cartazes, além de também ser divulgado na página da
internet da Sociedade.

Parágrafo primeiro - O referido programa será divulgado com, pelo menos, 15 (quinze) dias
de antecedência, sob a orientação e responsabilidade final do Diretor dos Trabalhos Públicos
Doutrinários.

Parágrafo segundo - A seleção de assuntos a serem abordados nas Palestras Públicas
Doutrinárias deve ser motivo de cuidados especiais.

Parágrafo terceiro - A bibliografia recomendada para o embasamento das Palestras
Doutrinárias deve ser a das Obras Básicas da Doutrina Espírita e as demais indicadas no
cronograma de palestras da Sociedade.

Art. 42 - É de responsabilidade direta do Diretor de Trabalhos Públicos Doutrinários, com a
anuência do Presidente, oferecer a tribuna da Sociedade somente a pessoas
reconhecidamente capazes, experientes e conhecedoras dos Postulados da Doutrina
Espírita. Estas exposições podem ser proferidas por integrantes da Sociedade e por
palestrantes de outras Sociedades Espíritas Federadas, visando, neste caso, ao intercâmbio e
à troca de experiências.

Art. 43 - A prece de encerramento das Reuniões Públicas Doutrinárias constitui-se de
atividade de fluidoterapia da Sociedade, momento no qual o palestrante conduz o público a
sintonizar com os benfeitores espirituais.

Art. 44 – As datas comemorativas da Sociedade são:
I) 31 (trinta e um) de março – Desencarne de Allan Kardec;
II) 11 (onze) de abril – Desencarne do Patrono Espiritual da Sociedade - Dr. Adolfo
Bezerra de Menezes Cavalcanti;
III) 18 (dezoito) de abril – Dia da Publicação e Lançamento de “O Livro dos Espíritos”;
IV) 30 ( trinta) de abril – Aniversário de fundação da Sociedade Espírita “ A Caminho da Luz”;
V) 29 (vinte e nove) de agosto – Nascimentodo Patrono Espiritual da Sociedade- Dr.
Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, e
VI) 03 (três) de outubro – Nascimentode Allan Kardec.

Art. 45 - O dirigente das reuniões públicas doutrinárias é o responsável pela abertura dos
trabalhos públicos doutrinários, cabendo-lhe observar as seguintes normas:
I) Tomar conhecimento prévio da programação de acordo com o cronograma e escala de trabalhadores;
II) Chegar com 30 (trinta) minutos de antecedência;
III) Após se concentrar alguns minutos, inteirar-se dos avisos do dia/turno a serem
comunicados antes da palestra;
IV) Escolher o fundo musical adequado para a prece de abertura;
V) Solicitar à Livraria um exemplar da obra utilizada como referência pelo expositor da
palestra pública, deixando-a em exposição ao público, a fim de que haja contato visual com a
mesma, responsabilizando-se pela sua devolução ao término do trabalho.
VI) Receber, afavelmente, o Palestrante, pertencente ou não aos quadros da Sociedade, a
fim de que se sinta apoiado por suas vibrações fraternas;
VII) Informar, delicadamente ao Palestrante, o tempo de duração do trabalho, incluindo-se a
prece de encerramento;
VIII) Fazer a apresentação do Palestrante com dignidade, evitando elogios que o constranjam;
IX) Fazer a prece de abertura com concisão e simplicidade.

Art. 46 - O palestrante é o trabalhador ou convidado pela Sociedade, que desenvolverá o
tema determinado para o trabalho público doutrinário, observando as orientações gerais
constantes no artigo 47.

Art. 47 - O palestrante deve:
I) Ter participado de, no mínimo, 03 (três) anos de Grupo de Estudo Sistematizado da
Doutrina Espírita, apresentando domínio de conteúdo e conduta doutrinária;
II) Serconvidado pela Diretoria de Trabalhos Públicos Doutrinários;
III) Participar de curso preparatório específico da atividade de exposição;
IV) Chegar à Sociedade 30 (trinta) minutos antes do horário estabelecido;
V) Obedecer com rigor ao programa elaborado com antecedência, evitando desistências
de última hora;
VI) Estudar, metodicamente, os livros básicos e correlatos da Doutrina Espírita, a fim de
garantir base segura para os comentários, apresentando, realmente, o conteúdo espírita e
citando, sempre que possível, as fontes de suas afirmações;
VII) Observar o tempo estipulado para a exposição doutrinária que é, no turno da manhã
e da tarde, de até 30 (trinta) minutos, e, à noite, de até 45 (quarenta e cinco) minutos,
incluindo as preces inicial e final, a ser feita pelo palestrante ou Dirigente das Reuniões
Públicas Doutrinárias, por pedido daquele. Nas datas comemorativas e quando o palestrante
for visitante o tempo poderá ultrapassar este limite, mas deverá ser previamente acertado
com a Diretoria de Trabalhos Públicos Doutrinários;
VIII) Respeitar as pessoas e instituições, espíritas ou não, evitando estabelecer paralelos
que venham a provocar humilhações;
IX) Falar com dignidade, não fugindo do assunto em pauta, abstendo-se de historietas,
ditoschistosos, bem como evitar citar situações de tristeza, exemplos e situações que
envolvam enfermidades, previsões de catástrofes, castigos, crimes, casos insolúveis, que
venham plasmar, no auditório, imagens ridículas ou deprimentes, que impeçam o processo
de renovação mental dos presentes. Evitar nas palestras vocábulos impróprios, expressões
pejorativas, termos de gíria ou palavras pomposas de difícil entendimento;
X) Usar sempre verbos e pronomes na primeira pessoa do plural (nós), a fim de que não
se isole da condição de companheiro dos demais presentes no auditório, embora deva
manter cuidado em não falar de si mesmo como exemplo de conquista e realizações
espirituais;
XI) Não fazer referência a termos e idéias vinculados à ideologia política, religiosa, ou
partidária, bem como não tecercríticas às religiões, grupos políticos e às instituições
partidárias, a fim de preservar a Sociedade de falsas interpretações;
XII) Fazer, sempre que possível,referência ao trecho das Obras Básicas e outras obras
doutrinárias que estejam servindo de base ao estudo;
XIII) Ao ser convidado, analisar com humildade e segurança se domina o assunto, e, no
caso de dúvida, buscar junto a companheiros mais experientes, orientação e
esclarecimentos, ou até mesmo, entrar em contato com o responsável pela programação
para informar sobre a insegurança, a respeito do assunto, pedindo sua substituição ou outro
tema mais compatível com seus conhecimentos;
XIV) Evitar informações sobre reencarnação presente, de personalidades históricas ou
não, sem provas concludentes, para não suscitar dúvidas nos ouvintes;
XV) Assuntos como divórcio, aborto, suicídio, cremação, doação de órgãos,
homossexualidade, polêmicos por sua natureza, só são expostos por palestrante de
reconhecido conhecimento doutrinário, que possam enfocar tais assuntos com segurança,
sobre a posição da Doutrina Espírita frente a estes temas tão delicados. Assim sendo, o
responsável pela programação doutrinária, deve estar atento para este item, quando da
distribuição dos temas entre os palestrantes;
XVI) Podem ser utilizados para a exposição: cartazes, retro-projetores, slides, DVDs, datashows e outros;
XVII) O expositor deve aproveitar o momento para divulgar, sempre que possível, as obras
bibliográficas da Doutrina Espírita através dos temas e assuntos desenvolvidos;
XVIII) As trocas de dias para o desenvolvimento do tema da palestra, por quaisquer
imprevistos que ocorram, é sempre feita de forma antecipada. Na impossibilidade de avisar
sobre a troca, o expositor perde a sua vez, juntamente com o tema agendado, tendo o
palestrante substituto liberdade para falar sobre outro assunto;
XIX) A prece de encerramento das Palestras Públicas Doutrinárias constitui-se na
atividade de fluidoterapia, conforme as orientações gerais dispostas no artigo 75, e
XX) O Dirigente das Reuniões Públicas Doutrinários e o palestrante devem usar vestuário
adequado para a ocasião. Parágrafo primeiro – O palestrante, após concluir o curso específico da atividade será
avaliado pela Diretoria relativamente à demonstração de seu interesse, estudo e
assiduidade. Parágrafo segundo – O novo palestrante será incluído na escala de Palestrantes da
Sociedade. Parágrafo terceiro - Quando vindo de outra Sociedade Espírita Federada, com comprovados
conhecimentos e conduta doutrinária, deve ter freqüentado o Grupo de Estudo
Sistematizado da Sociedade Espírita “A Caminho da Luz”,pelo período de, no mínimo, 01
(um) ano.

Art. 48 – O encerramento dos Trabalhos Públicos Doutrinários é a atividade onde todos os
trabalhadoresreúnem-se após concluírem suas tarefas no respectivo dia/turno, sendo este
um momento de congraçamento entre os trabalhadores e os benfeitores espirituais,
oportunidade em que expressam a gratidão pelo amparo recebido dos encarregados
espirituais do trabalho.

Parágrafo primeiro - O Dirigente Geral deve encerrar as atividades com uma prece e, após,
repassar e receber informações necessárias sobre os trabalhos realizados.

Parágrafo segundo - Esta atividade é exclusiva para os trabalhadores da Sociedade. Caso
haja convidados, o Dirigente Geral deve ser consultado sobre a permanência dos mesmos.

Parágrafo terceiro – Nesta oportunidade deverão todos os trabalhadores assinarem à lista
de presenças.

DEPARTAMENTO DE RECEPÇÃO E DIREÇÃO GERAL DOS TRABALHOS PÚBLICOS DOUTRINÁRIOS

Art. 49 – O departamento de recepção e direção geral dos trabalhos públicos doutrinários é
composto de um coordenador e um adjunto.

Art. 50 – O dirigente geral dos trabalhos públicos doutrinários é o responsável pelo bom
andamento do trabalho no dia/turno para o qual foi escalado, devendo permanecer,
preferencialmente, no saguão da Sociedade, observando e atendendo a todas as
dificuldades eventualmente encontradas por todos os presentes .

Art. 51 – São atribuições do dirigente geral dos trabalhos públicos doutrinários:
I) Manter-se atento para quaisquer solicitações, esclarecendo dúvidas;
II) Impedir transgressão da disciplina pelos associados e freqüentadores para bem
preservar a harmonia do ambiente;
III) Tomar conhecimento prévio da programação de acordo com o cronograma e escala
de trabalhadores;
IV) Certificar-se de que todos os coordenadores escalados no quadro de tarefas do
dia/turno estejam presentes. No caso de atraso ou falta de algum coordenador, deverá
entrar em contato com o mesmo e/ou providenciar um substituto para a tarefa;
V) Chegar à Sociedade 60 (sessenta) minutos antes do horário estabelecido para a
palestra pública, tomando conhecimento das possíveis necessidades de todos os Setores da
Sociedade, naquele horário;
VI) Observar se a infra-estrutura utilizada pelo público está devidamente preparada e
equipada com os materiais necessários;
VII) Observar o público, buscando auxiliar e providenciar auxílio para as dificuldades ocorridas;
VIII) Encerrar os trabalhos públicos doutrinários no salão juntamente com os demais trabalhadores ;
IX) Certificar-se, ao final dos trabalhos, do fechamento de janelas e portas da Sociedade,
bem como do desligamento dos aparelhos elétricos, chaveando a sede da Sociedade, ou
solicitando a alguém da diretoria que o faça.

DEPARTAMENTO DE RECEPÇÃO

Art. 52 - O recepcionista é o responsável por dar as boas-vindas aos associados e ao público
em geral, acolhendo com carinho todas as pessoas que chegam para participar dos
trabalhos, vibrando para cada uma delas e pelo trabalho da Sociedade.

Art. 53 – Para desempenhar a tarefa de recepcionista, o trabalhador deverá:
I) Estar, no mínimo, no segundo ano de participação em grupo de estudos;
II) Ter conhecimento dos trabalhos/atividades realizadas pela Sociedade, e
III) Ser simpático com o público.

Art. 54 – Ao desempenhar a tarefa, o recepcionista deverá observar:
I) Identificação pessoal através de um crachá contendo a palavra recepcionista e o
nome;
II) Utilizar a simpatia como instrumento de trabalho;
III) Quando solicitado, deverá direcionar o freqüentador ao setor da Sociedade ou
orientá-lo a conversar com o dirigente geral;
IV) Havendo dificuldades, encaminhar as pessoas ao dirigente geral para que este tome
contato com as dificuldades apresentadas pelos freqüentadores, bem como suas solicitações
para atendimento fraterno, cuidando também para que o barulho não se torne excessivo;
V) Estar na Sociedade antes de iniciar os trabalhos do Atendimento Fraterno.
VI) Manter uma conduta de respeito ao trabalho da Sociedade, não fazendo uso de
roupas inadequadas, evitando mascar gomas, balas ou travar conversas desnecessárias com
quem quer que seja.
VII) O recepcionista deve manter uma atitude de respeito para com os que chegam à
Sociedade, como por exemplo, não encostar-se na parede ou debruçar-se sobre os balcões.

DEPARTAMENTO DAESCOLA DO EVANGELHO

Art. 55 - A Escola do Evangelho é atividade de evangelização destinada às crianças trazidas
pelos pais, ou responsáveis, ao trabalho público doutrinário com intuito de ensinar-lhes o
conceito evangélico-doutrinário.

Art. 56 - Para cada atividade são responsáveis um evangelizador e um adjunto, que, para o
desenvolvimento da tarefa, deverão observar:
I) Estar, no mínimo, no segundo ano de participação em grupos de estudo;
II) Ter conhecimento dos trabalhos/atividades realizadas pela Sociedade, e
III) Ter comprometimento, dedicação e amor às crianças e à tarefa de educar, tendo
consciência de que tem em suas mãos uma grande oportunidade de auxiliar na educação e
orientação destas crianças no caminho do bem.

Art. 57 - O evangelizador da Escola do Evangelho deve observar as seguintes normas:
I)Obedecer com rigor o calendário elaborado, evitando desistências de última hora;
II) Caso não consiga estar presente, entrar em contato, antecipadamente, com seu adjunto
e/ou outro evangelizador que possa realizar a troca de horários;
III) Chegar à Sociedade 30(trinta) minutos antes do horário estabelecido para o início dos
trabalhos públicos doutrinários do dia/turno;
IV) Estar ciente de seu papel de evangelizador à luz da Doutrina Espírita, respeitando e
observando o conteúdo doutrinário do tema proposto para o seu dia de atividade;
V) Estudar e preparar o conteúdo a ser aplicado, inteirando-se do tema e das atividades
previamente propostas, não a transformandoem atividade de recreação;
VI) Observar o tempo estipulado para a atividade, que corresponde ao da exposição pública
doutrinária, que é de até 30(trinta) minutos no período da manhã e tarde, e de até
45(quarenta e cinco) minutos no período da noite;
VII) Observar as faixas etárias que são de 04(quatro) a 10(dez) anos, podendo ser alteradas
conforme avaliação da capacidade de adaptação da criança pelo evangelizador;
VIII) Não permitir que as crianças saiam do ambiente da Escola do Evangelho sem a presença
dos pais ou responsáveis.

Parágrafo único - O planejamento dos temas e aulas é elaboradoantecipadamente pelos
evangelizadores ou pelo diretor.

CAPÍTULO VI DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL

Art. 58 - Esta Diretoria visa atender às necessidades espirituais dos encarnados e
desencarnados, orientando-os e esclarecendo-os à luz da Doutrina Espírita, de acordo com
os fins a que se propõe. É composta de um diretor e um adjunto, e abrange 03 (três)
Departamentos:
I) Departamento de Atendimento Fraterno;
II) Departamento de Fluidoterapia, e
III) Departamento de Educação e Prática da Mediunidade.

DEPARTAMENTO DE ATENDIMENTO FRATERNO

Art. 59 - Este Departamento atende fraternalmente a todos os que desejarem esclarecer-se
quanto às suas necessidades espirituais, em conformidade com os conceitos contidos nas
obras doutrinárias.

Art. 60 – O atendimento se dá através do diálogo, sugerindo-se a leitura de obras
doutrinárias, o tratamento de fluidoterapia, a atividade de Evangelho no Lar e todas as
demais possibilidades autorizadas por essa Sociedade quando se fizerem necessárias.

Parágrafo único - As entrevistas devem, na medida do possível, ser objetivas, breves,
concisas, a fim de que o atendido e o atendente possam assistir à Palestra Pública Doutrinária.

Art. 61 – Este departamento é composto de um coordenador e de um adjunto, e constituído de:
I) Setor de Recepção e Triagem de Casos, e
II) Setor de Atendimento Fraterno

Art. 62 - O Coordenador e o adjunto do departamento de atendimento fraterno deverão
possuir bom-senso, equilíbrio emocional e discernimento lógico, além de terem participado
assiduamente, por um período mínimo de 02(dois) anos, do trabalho efetivo no setor de
atendimento fraterno como atendentes e, preferencialmente, terem participado e
continuarem participando, assídua e efetivamente, de um grupo mediúnico.

Art. 63 – São deveres do coordenador deste departamento:
I) Observar e orientar o bom andamento dos trabalhos da equipe;
II) Participar do processo de escolha dos trabalhadores que participarão do módulo de
Atendimento Fraterno como responsáveis pela formação da equipe de triagem,
recepcionistas e atendentes;
III) Reunir, sempre que possível, todos os atendentes fraternos do dia de trabalhopara
avaliar e reformular para melhor as atividades do mesmo, propiciando enriquecimento com
a troca de experiências, ouvindo sugestões, juntamente com o diretor de assistência
espiritual, ou não;
IV) Auxiliar os atendentes fraternos durante a atividade quando solicitado por estes;
V) Participar de todas as reuniões marcadas pelo diretor de assistência espiritual ou pela
Diretoria da Sociedade;
VI) Sempre que possível estar presente na prece inicial, realizada 75 (setenta e cinco)
minutos antes do início dos trabalhospúblicos doutrinários (palestra), e nos momentos de
encerramento das atividades deste setor;
VII) Comunicar ao substituto ou dirigente geral dos trabalhos do dia caso esteja
impossibilitado de desempenhar esta tarefa;
VIII) Buscar aproximar-se do atendente fraterno faltoso a fim de se informar do porquê
do seu momentâneo afastamento, providenciando recursos para o auxílio ao mesmo, caso
seja possível/necessário;
IX) Verificar se as dependências utilizadas pelo setor de atendimento fraterno estão
devidamente arrumadas, tomando antecipadamente as devidas providências no dia/turno,
inclusive disponibilizando o material necessário para o bom andamento do trabalho, como
canetas, mensagens espíritas e outros;
X) Enquanto não houver público para atendimento, reunir os atendentes para a leitura
de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”;
XI) Comunicar ao responsável pela triagem o número de atendentes disponíveis no
dia/turno de atendimento, para que este possa verificar quantos atendimentos poderão ser realizados;
XII) Preencher ou verificar o preenchimento da planilha no dia/turno com o número de
atendimentos efetuados.
XIII) Ao final de cada mês encaminhar a planilha de atendimentos à Secretaria.

SETOR DE RECEPÇÃO E TRIAGEM

Art. 64 - Este Setor é o que toma contato inicial com as pessoas que buscam o Atendimento
Fraterno, verificando sua necessidade de diálogo ou encaminhando as mesmas para outros
setores/atividades da Sociedade.

Art. 65 – Este setor possui dois responsáveis e um Adjunto para cada dia/turno de trabalho,
que devem possuir as qualidades, experiências e preparo equivalente ao dos atendentes,
inclusive quanto à participação no curso específico de “Atendimento Fraterno”.

Art. 66 – Ao recepcionista e responsável pela triagem compete:
I) Participar da abertura dos trabalhos do setor de Atendimento Fraterno, procurando
chegar à Sociedade 15 (quinze) minutos antes da hora estipulada, mantendo a ordem,
serenidade e disciplina no ambiente;
II) Recorrer ao coordenador do atendimento fraterno do dia/turno e/ou ao dirigente
geral dos trabalhos públicos doutrinários em qualquer dificuldade, necessidade de
esclarecimento ou auxílio, bem como em situações emergenciais;
III) Realizada a abertura dos trabalhos do setor de atendimento fraterno, posicionar-se
próximo à porta da sala de atendimento fraterno, organizando a seqüência de atendimentos
por ordem de chegada das pessoas, travando breve conversação com estas para verificar sua
real necessidade de atendimento, e, caso não haja motivo para tal, sugerir-lhe as demais
atividades da Sociedade e
IV) Após o atendimento, encaminhar as pessoas ao salão de Palestras e/ou outros
setores, conforme orientação dos atendentes fraternos.

Art. 67 – A seleção do recepcionista eresponsável pela triagem será feita pelo diretor de
assistência espiritual, juntamente com o coordenador do departamento, que, após uma
conversa individual com o candidato, o submeterá a um período de atuação de, no mínimo,
30 dias para confirmar seu real engajamento neste setor.

SETOR DE ATENDIMENTO FRATERNO

Art. 68 – Este setor é responsável pelo atendimento individual ao freqüentador da
Sociedade que solicitar ou for orientado para tanto. Tem como característica a discrição de
seus atendentes, os quais demonstrarão paciência, ponderação equilíbrio e trato fraterno
com os atendidos.

Art. 69 – A seleção do atendente fraterno será feita pelo diretor de assistência espiritual,
que orientará o candidato a matricular-se no curso específico de “Atendimento Fraterno” e,
após a sua conclusão, realizará a orientação espiritual individual do candidato, juntamente
com membros e/ou representantes da Diretoria. Após, cabe ao diretor de assistência
espiritual, conversar com o candidato para esclarecê-lo dos resultados.

Art. 70 – São deveres dos atendentes fraternos:
I) Ter participado de grupos de estudos por um período mínimo de três anos e ter
concluído o módulo “Atendimento Fraterno” disponibilizado pela Sociedade;
II) Ter absoluta discrição sobre o que lhe for confidenciado. Em caso de extrema
necessidade lhe é, permitido abordar os assuntos ouvidos somente com o diretor de
assistência espiritual ou com o coordenador do atendimento fraterno do dia/turno de
trabalho, com intuito de buscar as soluções imprescindíveis e, sempre, em caráter particular;
III) Possuir capacidade de ouvir e dialogar;
IV) Vivenciar paciência, ponderação, equilíbrio e trato fraterno;
V) Chegar à Sociedade 75 (setenta e cinco) minutos antes do trabalho público
doutrinário e, sozinho ou juntamente com os demais associados, , fazer uma oração,
solicitando a assistência dos bons espíritos para a realização da tarefa;
VI) Participar das reuniões marcadas pela Diretoria para solucionar dificuldades
atinentes à tarefa ou reciclagem das orientações vigentes;
VII) Manter-se em silêncio e oração, ou dedicar-se à leitura, enquanto aguarda as pessoas
que lhe serãoencaminhadas;
VIII) Não se afastar da sua mesa de trabalho para tratar de assuntos que não sejam
atinentes à atividade, a fim de permanecer como ponto de apoio para os benfeitores
espirituais e demais colaboradores;
IX) Ser paciente, ouvir sem curiosidade, e consolar;
X) Estar em constante estudo da Doutrina Espírita para ter maiores subsídios,
oferecendo melhores possibilidades de indicar obras, se necessário for ao esclarecimento das pessoas;
XI) Manter sobre a mesa “O Livro dos Espíritos” e “O Evangelho Segundo o Espiritismo”
consultando-os, se necessário,naqueles momentos do atendimento;
XII) Receber as pessoas com carinho e fraternidade, guardando, porém, as naturais
reservas, a fim de evitar possíveis dependências e/ou preferências pelo atendente;
XIII) Entrar em oração íntima se desafiado ou injuriado;
XIV) Não conduzir a conversa de forma a identificar problemas semelhantes que já lhe
hajam sido revelados, citando nome de pessoas conhecidas ou mesmo estranhos;
XV) Falar com as pessoas fraternalmente, evitando comportamento que possa criar
barreiras ao conhecimento a ser passado, assim como brincadeiras que desvirtuem a
finalidade do serviço;
XVI) Não tentar convencer as pessoas da excelência da Doutrina Espírita, caso elas
pertençam à outra religião, esclarecendo que o atendimento fraterno se destina à
consolação e não à imposição de conceitos, salientando que a escolha da crença é de
exclusivo arbítrio da pessoa;
XVII) Não fazer promessas de cura ou soluções para o caso, recomendando oração e
serenidade para o alcance dos objetivos desejados;
XVIII) Não fazer perguntas ociosas e não falar ininterruptamente, na ânsia de ensinar
Doutrina Espírita ou o Evangelho, limitando-se a ouvir ao máximo, deixando que a pessoa
faça a sua catarse com tranqüilidade, pois o primeiro contato é sempre a consolação e a esperança;
XIX) Não dar opiniões pessoais a respeito dos assuntos ouvidos, encaminhando a
conversa para as soluções que o Evangelho recomenda;
XX) Não dar orientação mediunizado;
XXI) Não fazer previsões ou profecias, mesmo que tenha intuição sobre os problemas expostos;
XXII) Ater-se apenas às diretrizes da Sociedade e da Doutrina quanto à orientação a ser
seguida, deixando a critério exclusivo da Diretoria o encaminhamento ao tratamento em
outras Sociedades Espíritas;
XXIII) Abster-se de opinar a respeito de assuntos íntimos que exijam consideração de
fatores particulares de cada atendido, tais como remédios e chás, regressão de memória,
médicos, advogados, separações e divórcios, casamentos e heranças, bem como métodos
educacionais, esclarecendo que a oração facilita o raciocínio, a fim de que possam agir da melhor forma;
XXIV) Não trabalhar nas diferentes atividades do setor quando sentirem-se desequilibrados
emocional ou fisicamente, priorizando buscar os recursos necessários ao seu reequilíbrio, e
XXV) Manter-se atento ao horário e ao seu trabalho específico, pois o tempo de
atendimento deve ser conciso e suficiente para o esclarecimento do atendido, observando
que ambos devem assistir à palestra pública doutrinária.

DEPARTAMENTO DE FLUIDOTERAPIA

Art. 71 - Este departamento tem por objetivo organizar as equipes encarregadas do
tratamento fluidoterápico através da irradiação de energias bio-psíquicas espirituais à luz da
Doutrina Espírita.

Art. 72 - Este departamento é constituído de:
I) Setor de Fluidoterapia e
II) Setor de Irradiação para Encarnados.

Art. 73 – Cada setor é composto de um coordenador e um adjunto, que devem ter
participado,por um período mínimo de 01 (um) ano, de trabalhos efetivos de fluidoterapia
como dirigente dos trabalhos de passes, durante os trabalhos públicos doutrinários.

Art. 74 – Ao coordenador e ao adjunto compete:
I) Participar periodicamente dos trabalhos efetivos nas salas de passes e assistir às
reuniões de irradiação para encarnados, ou manter-se em contato com as pessoas
responsáveis por estas atividades;
II) Manter em dia listagem dos passistas da Sociedade bem como suas opções por
determinado dia/turno de trabalho, observando assiduidade, pontualidade e
responsabilidade para com estas tarefas;
III) Acompanhar com discrição os estágios dos associados efetivos passistas, buscando,
através da observação discreta, auxiliar e orientar, e
IV) Aproximar-se do trabalhador faltoso para se informar do motivo do seu momentâneo
afastamento, providenciando recursos espirituais para o auxílio, caso seja necessário e do
interesse do mesmo.

SETOR DE FLUIDOTERAPIA

Art. 75 - Os passes serão ministrados no salão de palestras públicas, durante a prece de
encerramento dos trabalhos públicos, onde todos os passistas presentes estarão reunidos,
preferencialmente sentados nas cadeiras laterais, situadas à direita e à esquerda do
palestrante, vibrando em benefício da tarefa do autopasse. Serão escalados dois
trabalhadores para ficarem observando o público, a fim de verificar eventuais necessidades
de passes especiais.

Parágrafo primeiro - Durante a execução do autopasse, as luzes verdes do salão de palestras
deverão ser acesas e as demais apagadas, preservando, assim, o ectoplasma presente no
ambiente. Nos trabalhos diurnos em que houver claridade suficiente bastará desligar as
luzes brancas.

Parágrafo segundo - Em determinados casos como doença, perturbação espiritual grave ou
outro caso em que se torne necessário, a pessoa será atendida isoladamente, antes do início
da palestra ou quando manifestar seu desequilíbrio, por uma equipe de passistas
previamente escalada pela Diretoria de Assistência Espiritual.

Parágrafo terceiro - A equipe escalada para ministrar os passes especiais permanecerá na
sala de passes durante todo o trabalho público doutrinário para efetuar o atendimento, caso
alguém do público venha a passar mal física ou espiritualmente.

Art. 76 – Haverá uma equipe previamente definida e escalada pelo diretor para o
atendimento fluidoterápico em cada dia de atividade pública doutrinária, que atuará da
seguinte forma:
I) O dirigente iniciará as atividades fluidoterápicas 30 (trinta) minutos antes do trabalho
público doutrinário, com toda a equipe;
II) A equipe permanece sentada na sala de passes enquanto o dirigente permanece
junto ao dirigente geral para atender às necessidades que porventura surgirem;
III) Caso seja necessário ministrar algum passe antes da palestra, o dirigente solicita ao
necessitado que aguarde sentado fora da sala de passe enquanto prepara a equipe e, a
seguir, procede à atividade;
IV) Durante a palestra pública a equipe permanece na sala de passes, ouvindo o
trabalho, pronta para qualquer emergência;
V) O dirigente de passes permanece no salão, auxiliando no controle do público durante
a palestra e prece de encerramento (autopasse);
VI) Após a saída de todo o público do salão, o dirigente verifica se há mais alguma
necessidade de atendimento por parte de sua equipe, caso não haja mais necessidade,
encerra a atividade com toda equipe e, após, encaminham-se ao encerramento geral.

Parágrafo primeiro - O dirigente desta atividade não deverá ser médium.

Parágrafo segundo - As pessoas que chegarem após o início do trabalho público doutrinário
com necessidade de passe especial, serão encaminhadas ao dirigente geral dos trabalhos
públicos doutrinários do dia/turno, que comunicará o fato ao coordenador dos passes.

Parágrafo Terceiro – Ao dirigente de passes cabe a responsabilidade de avaliar a
necessidade, ou não, de passe especial àqueles que lhes forem encaminhados, no caso do
parágrafo anterior.

Art. 77 – Para desempenhar a tarefa de dirigente das atividades de passes o trabalhador deverá:
I) Ser assíduo participante, por um período mínimo de 02 (dois) anos, como passista;
II) Participar, assiduamente, de todas as atividades de reciclagens deste Setor;
III) Ter discrição absoluta sobre as atividades que dirige e vivencia na sala de passes, só
lhe sendo permitido abordar os assuntos ouvidos e as experiências vividas com o diretor de
assistência espiritual, ou seu adjunto, ou com o coordenador do departamento de
fluidoterapia e/ou seu respectivo substituto, para qualquer explicação, comentário, solução
imprescindível ou troca de idéias, sempre em caráter particular;
IV) Manter a ordem, serenidade e disciplina na sala de passes;
V) Comunicar, antecipadamente, ao Coordenador do Departamento de Fluidoterapia ou
ao Dirigente Geral dos Trabalhos Públicos Doutrinários, sua impossibilidade de desempenhar
esta tarefa em determinado dia/turno, a fim de que seja convenientemente substituído, e
VI) Participar das reuniões marcadas pela Coordenação do Departamento ou pela
Presidência da Sociedadepara solucionar dificuldades atinentes à tarefa ou reciclagem.

Art. 78 – O dirigente da atividade de passes, no desempenho da tarefa, observará o seguinte
procedimento:
I) Antes do início da palestra pública auxiliará na manutenção da harmonia no salão de
palestras, mantendo uma boa sintonia espiritual através de pensamentos edificantes;
II) Em seu dia de escala de trabalho, durante o autopasse, deverá observar o público para
atender àqueles que estiverem com algum mal-estar orgânico ou espiritual;
III) Ao final da palestra deverá retornar à sala de passes a fim de efetuar passes, se
necessário, e, ao final, realizar a prece de encerramento das atividades de passes.
IV) Atender, durante a realização do passe, os casos eventuais de manifestação de ordem
mediúnica das pessoas.
V) Após a prece de encerramento, deverá conduzir todos os passistas para o salão, a fim de
realizar, com os demais trabalhadores, o encerramento da atividade pública doutrinária.

Art. 79 - Cabe ao diretor da assistência espiritual elencar candidatos para a direção de passes
que atendam aos requisitos deste Regimento, e, uma vez aceito o convite, participarão de
módulo formador da atividade, a ser providenciado pelo diretor. Aqueles que tiverem
aproveitamento neste módulo, por avaliação do Diretor, assumem a tarefa.

PASSISTAS

Art. 80 – Para desempenhar a tarefa de passista o trabalhador deverá:
I) Ser assíduo participante de grupo de estudo por um período mínimo de 02 (dois) anos;
II) Ter discrição absoluta sobre as atividades que vivencia na sala de passes, só lhe
sendo permitido abordar os assuntos ouvidos e as experiências vividas com o Dirigente das
atividades de passes, o Coordenador do Departamento de Fluidoterapia ou seu respectivo
substituto, para qualquer comentário, solução imprescindível, troca de idéias e sempre em
caráter particular;
III) Participar de todas as reciclagens deste Setor;
IV) Comunicar ao Coordenador do Departamento de Fluidoterapia caso esteja
impossibilitado de desempenhar a tarefa num determinado dia/turno, a fim de que seja
substituído, antecipadamente;
V) Recorrer ao dirigente das atividades de passe durante os trabalhos públicos
doutrinários do dia/turno ou ao coordenador do departamento de fluidoterapia ou ao
dirigente geral dos trabalhos públicos doutrinários, em qualquer dificuldade, necessidade de
esclarecimento e auxílio, bem como em situações emergenciais;
VI) Estar presente às reuniões públicas doutrinárias no dia em que desempenhar a tarefa;
VII) Participar das reuniões marcadas pela coordenação do departamento de
fluidoterapia, ou pela Presidência, para solucionar dificuldades atinentes à tarefa ou reciclagem, e
VIII) O passista que estiver em tratamento de recuperação orgânica ou psicológica deve se
abster de trabalhar, comunicando ao diretor de assistência espiritual e ao coordenador do
departamento de fluidoterapia, para escalar um substituto.

Parágrafo único - É vedado aos passistas a participação efetiva nestes trabalhos em outra Sociedade Espírita.

Art. 81 - O passista, no desempenho da tarefa, observará:
I) Procedimento inicial:
a) Chegar com antecedência mínima de 30 (trinta) minutos à palestra pública doutrinária e,
enquanto aguarda o início da tarefa, evitar conversas e pensamentos inadequados,
mantendo-se em sintonia com os Espíritos Benfeitores, e
b) Os passistas integrantes da equipe de passes individuais no dia/turno devem permanecer
nas salas de passes durante todo o trabalho público doutrinário, até o encerramento da
atividade que será feita pelo dirigente..
II) Procedimento durante os trabalhos realizados na sala de passes:
a) Ministrar o passe discretamente, observando as instruções recebidas no curso, sem
longos movimentos de braços, trejeitos faciais, bocejos, respiração ofegante, murmurando
preces à meia-voz ou esfregando as mãos;
b) Aplicar o passe sem qualquer contato físico com a pessoa, nem antes, durante ou após o
término do passe;
c) Caso a pessoa apresente manifestações de ordem mediúnica, no momento do
tratamento, aguardar, com serenidade, a interferência do dirigente;
d) Evitar perfumes e a utilização de adornos que façam barulho, ou que possam encostar
nas pessoas tirando-lhes a concentração, tais como colares e pulseiras, e
e) Não dar passe mediunizado.
III) Procedimento ao término:
a) Após o encerramento da atividade de passes, pelo Dirigente,dirigir-se ao salão para
participar do encerramento das atividades da casa, e
b) Ao retirar-se da sala de passes fazê-lo com serenidade e discrição, evitando falar alto,
externar manifestações calorosas, gargalhadas, lembrando-se que os benfeitores espirituais
continuam em serviço e que muitos espíritos socorridos permanecem no ambiente ainda em
tratamento.

Art. 82 – Após a conclusão do “Módulo de Passes” o diretor de assistência espiritual
submeterá à Orientação Espiritual os nomes de todos os participantes, a fim de verificar a
possibilidade de participação no trabalho de passes, informando-lhes, posteriormente, o
resultado.

Art. 83 – Em sendo positivo o resultado da orientação espiritual, assistirá oito atividades de
fluidoterapia, observando a atuação dos passistas efetivos, para somente então engajar-se
como trabalhador efetivo, comunicando ao coordenador os dias/turnos em que estará
disponível.

SETOR DE IRRADIAÇÃO PARA ENCARNADOS

Art. 84 - A reunião de irradiação para encarnados tem o objetivo de atender, fluidicamente,
todos os encarnados com enfermidades físico-psíquicas, que não possam, efetivamente, vir
à Sociedade.

Art. 85 – Este setor é composto de um responsável e um adjunto.

Parágrafo único - O responsável pelo setor deve ter participado, por um período mínimo de
02 (dois) anos, dos trabalhos efetivos de Fluidoterapia, além de ter conhecimento prático do
fenômeno mediúnico, observando as seguintes normas:
I) Manter a ordem, serenidade e disciplina no ambiente;
II) Verificar se a sala utilizada está preparada, providenciando todo o material necessário
para o bom andamento da reunião, como som ambiental, jarra com água para ser
fluidificada, e copos;
III) Fazer a prece inicial para sintonizar com o plano espiritual, facilitando a concentração
dos participantes, e
IV) Encerrar a atividade com uma oração, agradecendo a assistência dos benfeitores da
espiritualidade.

Art. 86 – A reunião de irradiação seguirá as seguintes normas:
I) A reunião é realizada, no mínimo, uma vez por semana, em dia e horário estipulado
pelo Diretor de Assistência Espiritual, com duração de 30 (trinta) minutos, no máximo;
II) É aberta a todosque vêm para irradiar por alguém;
III) O dirigente manterá a porta da sala aberta até o horário estipulado para o início, não
sendo permitida a entrada de pessoas retardatárias para não perturbarem a concentração
das pessoas no ambiente, e
IV) As pessoas que serão beneficiadas pelo trabalho de irradiação devem ser orientadas
para entrarem em sintonia com o plano espiritual durante a execução do mesmo.

Parágrafo único - É vedada a participação de crianças e pessoas com problemas de
desequilíbrio emocional.

REUNIÃO DE ATENDIMENTO FRATERNO AOS DESENCARNADOS E EDUCAÇÃO DOS MÉDIUNS ATRAVÉS DA PRÁTICA MEDIÚNICA (REUNIÕES MEDIÚNICAS)

Art. 87 - As reuniões de educação e prática mediúnica destinam-se à instrução dos
participantes encarnados e à educação econsolo dos desencarnados, bem como às
orientações espirituais em geral.

Art. 88 - O dirigente da reunião mediúnica é o responsável pela condução da mesma,
auxiliado por um adjunto que o substituirá em eventuais faltas ou por sua vontade.

Parágrafo primeiro - Ambos devem possuir autoridade moral fundamentada no exemplo,
cultivar o hábito de estudo e oração, ter afeição pelo grupo sem privilégios, possuir
brandura, firmeza, sinceridade, bem como paciência, sensibilidade amorosa, tato
psicológico, energia moral, vigilância, humildade, destemor e prudência.

Parágrafo segundo - O dirigente e o adjunto não devem ter mediunidade ostensiva.

Parágrafo terceiro - O dirigente e o adjunto, antes de assumirem a tarefa, devem ter
participado ativamente de reuniões mediúnicas, por um período de, no mínimo, 05 (cinco) anos.

Art. 89 - O dirigente deve:
I) Manter a ordem, serenidade e disciplina no ambiente;
II) Verificar a arrumação da sala e providenciar todo o material necessário para o bom
andamento da reunião;
III) Escolher textos da leitura preparatória, juntamente com o grupo;
IV) Proceder de tal forma que sintonize com a direção espiritual para exercer o comando
da palavra nos apelos à cooperação mental e, sobretudo, na doutrinação;
V) Avaliar as reuniões mediúnicas, verificando se os objetivos estão sendo alcançados e
em que grau;
VI) Ter compromisso individual com o estudo, a oração, a prática da caridade e a autoiluminação progressiva;
VII) Deverá informar-se da razão do momentâneo afastamento do trabalhador faltoso,
providenciando recursos para o auxílio, caso seja necessário;
VIII) Comunicar ao adjunto para que dirija a reunião quando impossibilitado de
desempenhar a tarefa;
IX) Autorizar, quando achar conveniente, e após minuciosa análise, a revelação das
mensagens para pessoas beneficiadas; caso contrário, a atividade e as comunicações ficam
restritas ao grupo e à Diretoria da Sociedade;
X) Ter absoluta discrição sobre o que lhe for confidenciado;
XI) Doutrinar os espíritos sofredores de forma amorosa e segura, com tato psicológico,
através de diálogos respeitosos e objetivos;
XII) Não permitir o ingresso de observadores durante os trabalhos, salvo quando
autorizado pelo diretor de assistência espiritual, e
XIII) Alertar aos médiuns da reunião mediúnica para não dar passividade fora da
Sociedade Espírita. Parágrafo único - No impedimento do dirigente e adjunto, a reunião deve ser apenas de
oração e de estudo, sem a parte prática da mesma.

Art. 90 – O procedimento do dirigente nas reuniões mediúnicas observará os seguintes
critérios:
I) Fazer a prece inicial e de encerramento;
II) Fazer as recomendações que reconheça necessárias ao bom andamento dos
trabalhos;
III) Promover uma avaliação da experiência vivenciada pelos médiuns na atividade
mediúnica do dia, relativamente à evolução da sua sensibilidade, individualmente, ao final
da reunião;
IV) Evitar que a reunião ordinária exceda o tempo de duas horas e trinta minutos de
duração, contando com o tempo de preparação inicial e avaliação final dos trabalhos;
V) Não permitir a entrada de pessoa alguma após o início da reunião, e
VI) Observar a freqüência dos participantes às reuniões mediúnicas, ocorrendo 02 (duas)
faltas, sem justificativa, deverá analisar os motivos das mesmas.

Art. 91 - Os médiuns, doutrinadores e assistentes das reuniões mediúnicas têm o dever de:
I) Ter freqüentado, pelo período mínimo de quatro anos, grupos de estudos
sistematizados da Doutrina no ambiente desta Sociedade, bem como especificamente, ter
concluído o grupo de estudo de “O Livro dos Médiuns”;
II) Fixar-se a um só grupo, não sendo permitida a participação em outros grupos
mediúnicos, quer seja nesta Sociedade Espírita ou em outra;
III) Evitar conversas contrárias à dignidade do trabalho, antes, durante e após a sua realização.
IV) Guardar sigilo sobre a tarefa realizada, salvo quando autorizado pelo Dirigente do
grupo. Parágrafo único - Os trabalhadores oriundos de outras Sociedades espíritas federadas
deverão, após acomprovação de sua participação em reuniões mediúnicas, permanecer
vinculados a grupo de estudo por um período mínimo de seis meses, período após o qual
poderá solicitar o seu ingresso em uma atividade de desenvolvimento da mediunidade,
sendo a sua permanência avaliada pelo dirigente e autorizada pelo coordenador do
departamento de educação e prática mediúnica e pelo diretor de assistência espiritual,

Art. 92 - Cabe aos dirigentes de grupos de estudo, após observação e avaliação, encaminhar
os nomes dos possíveis candidatos a participar das reuniões de educação e prática
mediúnica ao coordenador do departamento de educação e prática mediúnica e ao diretor
de assistência espiritual, sendo que este providenciará a orientação espiritual.

Art. 93 - Os grupos de educação e prática da mediunidade funcionam nas dependências da
Sociedade em dias/turnos e horários estabelecidos pelos dirigentes de grupos mediúnicos,
sob avaliação da Diretoria da Sociedade, observando-se:
I) O cuidado com o ambiente onde se realizará a reunião, que deve ser o mais
confortável possível, reservando-o,exclusivamente, para tal mister e atividades afins;
II) O número de participantes, por grupo, preferencialmente, não seja superior a 12
pessoas, e
III) A reunião de orientação espiritual dos candidatos à tarefa ocorrerá com a
autorização da Diretoria da Sociedade.

Art. 94 - Somente a Diretoria da Sociedade poderá autorizar a formação de novos grupos
deatendimento fraterno aos desencarnados e educação dos médiuns através da prática
mediúnica (reuniões mediúnicas).

CAPÍTULO VII DIRETORIA CULTURAL

Art. 95 - A esta diretoria compete viabilizar aos trabalhadores e comunidade em geral a
divulgação da Doutrina Espírita, baseada nas obras de Allan Kardec, promovendo eventos
como seminários, palestras, convenções, feiras, bazares, e outros, através da literatura,
utilização de recursos audiovisuais multimídia, e outros, encarregando-se de todos os
aspectos necessários ao bom andamento das atividades. Igualmente compete a esta
diretoria organizar, coordenar, disponibilizar e responsabilizar-se pelos meios para o
aproveitamento e desenvolvimento dos talentos artísticos de seus associados, viabilizando
projetos culturais e artísticos.

Art. 96 - Esta diretoria é composta de um diretor e um adjunto, e subdivide-se nos seguintes
departamentos:
I) Departamento do Círculo do Livro;
II) Departamento de Biblioteca e Videoteca;
III) Departamento de Eventos, e
IV) Departamento de Projetos Culturais. Departamento do Círculo do Livro

Art. 97 - O departamento do círculo do livro é responsável pela manutenção de um acervo
de obras espíritas colocadas à disposição dos associados e demais frequentadores da
Sociedade, que poderão ser trocadas mediante a entrega de outra obra.

Parágrafo Único -As trocas deverão, obrigatoriamente, ser realizadas com a obra retirada
anteriormente, com exceção da primeira troca que poderá ser qualquer obra espírita.

Art. 98 - Este departamento é constituído de um coordenador e um adjunto, cujas
atribuições são:
I) administrar a escala de associados para o trabalho, fazendo os ajustes necessários através
da coordenação do rodízio dos mesmos, garantindo o bom andamento das atividades;
II) exercer o controle de trocas de obras, bem como manter o registro e administração do
acervo;
III) manter as obras em bom estado, fazendo os reparos e substituições necessários,
mediante a ciência ao diretor, e
IV) avaliar as obras existentes no acervo e, principalmente, as que forem trazidas pelo
público. Parágrafo único: A avaliação é realizada com base na Doutrina Espírita, sendo, portanto,
imprescindível que o coordenador possua conhecimento da bibliografia espírita a fim de
detectar possíveis desvios doutrinários. Departamento de Biblioteca e Videoteca

Art. 99 - Cabe a este departamento manter um acervo de livros, cd’s e dvd’s de conteúdo
espírita, quer sejam palestras, seminários, congressos e filmes, que poderá ser utilizado
pelos associados e o público em geral.

Art. 100 - A locação do acervo não visa a lucratividade, pois tem como objetivo precípuo a
divulgação da Doutrina Espírita.

Parágrafo primeiro: para a conservação do acervo, bem como a aquisição de novas obras, a
diretoria poderá efetuar a cobrança de um valor que cubra os custos, possibilitando a
manutenção do acervo. Este valor será fixado pela Diretoria da Sociedade.

Parágrafo segundo: A locação ocorrerá mediante o cadastramento dos dados pessoais do
interessado (nome completo, carteira de identidade, número do CPF, endereço residencial e
telefone), que serão armazenados pela diretoria e regularmente atualizados.

Parágrafo terceiro: Sugere-se que o empréstimo das obras ocorra pelo período de sete dias,
renovável por igual período. Parágrafo quarto: Os livros que compõe o acervo da biblioteca não deverão ser objeto de
locação, pois se destinam à leitura e à pesquisa dos trabalhadores.

Art. 101 - Este departamento é constituído de um coordenador e um adjunto, cujas
atribuições são:
I) administrar a escala de trabalhadores para a atividade, fazendo os ajustes necessários
através da coordenação do rodízio dos mesmos, garantindo o bom andamento das
atividades;
II) manter o registro e administração do acervo, bem como exercer o controle de trocas de
obras, fazendo os reparos e substituições necessários, mediante ciência ao diretor, e
IV) realizar a escolha, avaliação e filtragem das obras disponíveis para locação. Departamento de Eventos

Art. 102 - Cabe a este departamento viabilizar, organizar e coordenar os eventos a serem
realizados por esta Sociedade, sejam eles nas suas dependências ou fora delas, além de
disponibilizar os recursos e equipamentos necessários para o bom andamento das
atividades.

Art. 103 - Este departamento é constituído de um coordenador e um adjunto, cujas
atribuições são:
I) Ter Conhecimento da Doutrina Espírita;
II) Organizar, coordenar e orientar eventos em todos os seus detalhes, bem como
montar e administrar equipes de trabalho;
III) Assumir responsabilidade pelos eventos realizados dentro ou fora da Sociedade. Departamento de Projetos Culturais

Art. 104 - Cabe a este departamento organizar, viabilizar e coordenar atividades e projetos
culturais a serem realizados pelos associados, nas dependências da Sociedade ou fora delas,
estimulando a difusão da Doutrina Espírita através da arte e de suas diferentes
manifestações, seja o teatro, a literatura, a música, entre outros;

Art. 105 - Este departamento é constituído de um coordenador e um adjunto, cujas
atribuições são:
I) Ter Conhecimento profundo da Doutrina Espírita;
II) Coordenar a escala de trabalhadores do setor ou equipes de apoio, e
III) Coordenar e orientar todas as atividades, quer se realizem dentro ou fora da
Sociedade estimulando o gosto pelas artes em todas as suas formas de expressão e
mantendo fidelidade aos conteúdos doutrinários.

CAPÍTULO VIII Diretoria da Livraria Paulo de Tarso

Art. 106 - Esta Diretoria exerce a coordenação da Livraria Paulo de Tarso, a qual tem por
objetivo precípuo a divulgação da Doutrina Espírita através da distribuição e comercialização
de obras espíritas (livros, cd’s e dvd’s), atendendo ao público em geral, bem como às demais
Sociedades Espíritas. Responsabiliza-se também por atividades relativas à divulgação das
obras através de lançamentos, sessões de autógrafos, saraus literários, workshops, entre
outros, em parceria com os demais setores desta Sociedade.

Art. 107 - Esta diretoria é composta de um diretor e um adjunto, responsáveis pela
coordenação dos demais departamentos.

Art. 108 - O associado, para trabalhar na Livraria, deverá ter participado de Grupos de
Estudo pelo período mínimo de dois anos, além de possuir aptidão para atender ao público,
demonstrando conhecimento acerca da bibliografia espírita, prestando informações e
esclarecimentos necessários acerca das obras.

Art. 109 - Esta Diretoria abrange os seguintes departamentos:
I) Departamento de Compra e Venda de Obras;
II) Departamento de Vendas Externas, e
III) Departamento Administrativo-Financeiro. Departamento de Compra e Venda de Obras

Art. 110 - Este Departamento tem a responsabilidade de:
I) Adquirir e vender obras espíritas para o público em geral que freqüente a livraria
e/ou demais dependências da Sociedade quer sejam pessoas físicas ou jurídicas;
II) Responsabilizar-se pela negociação de descontos, prazos de pagamento e da entrega
de livros junto a fornecedores, distribuidores e empresas de transportes;
III) Avaliar as obras comercializadas pela Livraria Paulo de Tarso, considerando os
princípios da Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec, e
IV) Organizar sinopses das obras e divulgá-las entre os trabalhadores e público em geral.

Art. 111 - A Livraria Paulo de Tarso funcionará nos dias e horários de trabalhos públicos da
Sociedade, e também em horário comercial a ser fixado pelo diretor, com autorização da
Diretoria da Sociedade.

Art. 112 - O departamento de compra e venda da obras possui um coordenador responsável,
cujas atribuições são:
I) Adquirir obras espíritas para a comercialização;
II) Promover a avaliação das atividades do setor, no mínimo trimestralmente, reunindo
a equipe, juntamente com o diretor;
III) Criar uma rede de avaliação e divulgação de obras espíritas ao público em geral, bem
como às Sociedades co-irmãs e/ou empresas, através dos diferentes meios de comunicação;
IV) Organizar promoções com desconto, sempre com autorização e da Presidência desta Sociedade;
V) Organizar, juntamente com os demais Departamentos, a participação em Feiras de
Livros ou outros eventos pertinentes a esta Diretoria ou em parceria com as demais
Diretorias, aprovados e autorizados pela Presidência da Sociedade e
VI) Participar de todas as reuniões marcadas pelo Diretor da Livraria Paulo de Tarso ou
pela Diretoria da Sociedade. Departamento de Vendas Externas

Art. 113 - Este departamento responsabiliza-se pela comercialização das obras espíritas
através de meios eletrônicos para o público externo, quer sejam pessoas físicas ou pessoas
jurídicas. Responsabiliza-se também pela negociação de descontos e prazos de pagamento e
de entrega junto aos clientes e redes de entrega de produtos, e, ainda, auxilia na avaliação
das obras comercializadas pela Livraria Paulo de Tarso, considerando os princípios da
Doutrina Espírita codificada por Allan Kardec, organizando sinopses das obras para divulgá-
las pelos meios eletrônicos disponíveis.

Art. 114 - Este departamento possui um coordenador, cujas atribuições são:
I) Divulgar e comercializar obras espíritas através de meios eletrônicos disponíveis;
II) Promover a avaliação das atividades do setor, no mínimo trimestralmente, reunindo
a equipe, juntamente com o diretor;
III) Criar uma rede de avaliação de obras espíritas ao público em geral, bem como às
Sociedades co-irmãs e/ou empresas, e divulgá-las através dos diferentes meios de comunicação;
IV) Organizar promoções com desconto para as vendas eletrônicas, sempre com
autorizaçãoda Presidência desta sociedade;
V) Participar de todas as reuniões marcadas pelo Diretor da Livraria Paulo de Tarso ou
pela Diretoria da Sociedade, e VI) Organizar, juntamente com os demais Departamentos, a participação em Feiras de
Livros ou outros eventos pertinentes a esta diretoria ou em parceria com as demais
diretorias, aprovados e autorizados pela Diretoria da Sociedade. DepartamentoAdministrativo-Financeiro

Art. 115 - Este departamento tem a incumbência de organizar, viabilizar e providenciar o seguinte:
I) providenciar embalagens, recibos, marcadores de páginas, notas fiscais, entre outros;
II) organizar as equipes e a escala de trabalhadores e/ou empregados que irão atuar no
horário normal de funcionamento, bem como em eventos e feiras dos quais a Livraria irá
participar, e
III) organizar os eventos de divulgação das obras espíritas através de lançamentos,
sessões de autógrafos, saraus literários, entre outros.
IV) Fazer o fechamento diário do caixa, entregando o numerário para o Diretor Financeiro.

Art. 116 - O departamento é composto de um coordenador e um adjunto, cujas atribuições são:
I) Constituir, gerir e administrar as equipes de empregados e associados que irão
exercer atividades neste departamento e suas respectivas escalas de trabalho e freqüência;
II) Orientar e contribuir para o bom andamento das atividades;
III) Promover a avaliação das atividades do setor, no mínimo trimestralmente, reunindo
a equipe, juntamente com o diretor;
IV) Participar de todas as reuniões marcadas pelo Diretor da Livraria Paulo de Tarso ou
pela Diretoria da Sociedade;
V) Auxiliar na divulgação das obras, juntamente com os demais Departamentos, em
Feiras de Livros ou outros eventos pertinentes a esta Diretoria, aprovados e autorizados pela
Diretoria da Sociedade, e
VI) Responsabilizar-se pelo patrimônio e acervo da livraria, através de limpeza e
higienização, bem como pelas respectivas equipes para estas atividades.
VII) Fiscalizar e orientar a atividade do caixa, prestando contas ao Diretor da Livraria e à
Diretoria da Sociedade sempre que exigido.

Art. 117 - A livraria poderá contratar empregado em regime de trabalho, através de
autorização expressa da Diretoria da Sociedade Espírita após a comunicação do fato ao
Conselho Deliberativo, mediante observação das normas constantes na Consolidação das
Leis de Trabalho – CLT e demais legislação pertinente.

CAPÍTULO IX DIRETORIA DE PATRIMÔNIO

Art. 118 - É a Diretoria que trata da manutenção e conservação dos bens móveis e imóveis da Sociedade.

Art. 119 - É composta de um Diretor e um Adjunto, cujas atribuições são:
I) Zelar pela manutenção e conservação dos bens imóveis, e móveis em geral, tais como
utensílios e máquinas de uso desta Sociedade providenciando os reparos necessários;
II) Manter inventário atualizado de todos os bens da Sociedade e
III) Nomear um ou mais trabalhadores que ficarão responsáveis por fiscalizar as
atividades de limpeza da sede da Sociedade Espírita. Parágrafo Único: Os reparos cujos valores excedam ao valor de um salário mínimo nacional
devem ser autorizados pela Diretoria da Sociedade.

CAPÍTULO X DIRETORIA DE ASSISTÊNCIA AOS NECESSITADOS

Art. 120 - A assistência aos necessitados é a atividade que se desenvolve no sentido de
minorar as necessidades materiais das pessoas carentes, propiciando-lhes condições de
atenderem, também, as suas questões espirituais, pelo aprendizado da Doutrina Espírita.
Para tanto estas pessoas são cadastradas junto à Sociedade Espírita por esta Diretoria.

Art. 121 - A diretoria é composta de um Diretor e um Adjunto, auxiliada por coordenadores.
Esta Diretoria abrange três departamentos:
I) Departamento de Educação Espiritual das Famílias Atendidas;
II) Departamento de Assistência Material, e
III) Departamento de Gestantes.

Art. 122 - Os coordenadores são os auxiliares da Diretoria nos departamentos respectivos, e
devem:
I) Ter freqüentado grupos de Estudos por um período mínimo de 03 (três) anos;
II) Ter participado, assiduamente, por um período mínimo de 02 (dois) anos, dos
trabalhos efetivos desta Diretoria;
III) Ter absoluta discrição sobre o que lhe for confidenciado, e
IV) Possuir capacidade de ouvir e dialogar.

Art. 123 – O trabalhador destadiretoria poderá sempre externar sua opiniãonas reuniões
sobre trabalhos realizados, apresentando sugestões para melhoria do serviço.

Art. 124 – O trabalhador desta Diretoriadeve:
I) Manter o coordenador do departamento a par de todas as ocorrências havidas nos setores;
II) Estar presente às reuniões desta Diretoria, sempre que convidado;
III) Comunicar ao coordenador, com antecedência, em caso de ausência quando escalado;
IV) Ter uma postura carinhosa e compreensiva para com os assistidos;
V) Utilizar sempre como modeloa caridade ensinada por Jesus para trabalhar na assistência,
VI) Abster-se de comentários estranhos à tarefa, tratando somente de assuntos
vinculados ao trabalho.

Art. 125 - As famílias a serem cadastradas para receberem auxílio material e espiritual,
devem atender os seguintes requisitos:
I) Mulheres que assumam a responsabilidade da família, com prole numerosa que as
impeça de trabalhar;
II) Famílias, cujo(s) pai(s) se encontra(m) incapacitado(s) para o trabalho e não possuam
outro familiar capacitado em suprir as necessidades mínimas;
III) Famílias, cuja renda dos pais, não atenda às necessidades indispensáveis à
subsistência, tendo em vista prole numerosa e/ou crianças deficientes, e
IV) Pessoas idosas, incapacitadas para o trabalho ou que recebendo aposentadoria ou
pensão, esta não seja suficiente à sua manutenção; Parágrafo Primeiro -Caso a família se enquadre em algum dos itens acima, se for
comprovado que recebe auxílio de qualquer outra entidade pública ou privada, não será
cadastrada. Parágrafo Segundo -O cadastro deverá ser revalidado a cada período de 12 (doze) meses.

Art. 126 - O cadastro das pessoas será realizado mediante prévia entrevista, cujos dados
materiais da família serão registrados em fichas próprias, sendo dever das famílias fornecer
toda informação solicitada, bem como informar quanto aos documentos que possuam,
relacionando os que faltam, a fim de que sejam orientados de como obtê-los e comparecer
com assiduidade às palestras educacionais.

Art. 127 - O cancelamento do cadastro poderá ocorrer nas seguintes hipóteses:
I) Ocorrência de três faltas consecutivas ou alternadas no período de 2 (dois) meses, sem a
necessária justificativa, às palestras educacionais;
II) Por atitudes não convenientes ao relacionamento harmonioso com os participantes do
trabalho. DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPIRITUAL DAS FAMÍLIAS CADASTRADAS

Art. 128 - Este Departamento proporciona a educação das famílias assistidas quanto às
questões espirituais, oferecendo a renovação espiritual e moral do indivíduo, através do
atendimento individual e/ou coletivo, proporcionando apoio moral diante dos problemas
que cada um esteja vivenciando e estimulando a autovalorização do ser humano.

Art. 129 - Este departamento é composto de um coordenador e um adjunto, cuja atividade
compreende:
I) Formação de grupos de estudos com as famílias assistidas já cadastradas, tendo um
coordenador para cada grupo;
II) Realização de entrevista em cada grupo, apurando as necessidades e condições
gerais das famílias assistidas.
III) Elaboração de um cronograma semanal de palestras ao nível de entendimento das
famílias atendidas,
IV) As reuniões são iniciadas com uma prece e, após, é feita a abordagem do tema da
palestra, previamente determinado;
V) As atividades gerais são realizadas com base na Doutrina Espírita, visando sempre
desenvolver a auto-estima e os valores morais;
VI) É exigida a pontualidade na freqüência às palestras e a chegada fora do horário
estabelecido deve ser justificada;
VII) É permitida a presença de crianças com o respectivo responsável, aos encontros, a
quem cabe zelar pelo seu comportamento dentro da Sociedade Espírita;
VIII) Formação de um grupo com as gestantes, que serão atendidas nos mesmos dias dos
grupos das famílias assistidas.
IX) Formação de grupos de evangelização para as crianças, a fim de permitir a
participaçãodos pais nos grupos de estudo.

DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA MATERIAL

Art. 130 - Este Departamento proporciona o auxílio material às pessoas cadastradas, através
de agasalhos, alimentos e utensílios em geral, doados a esta Sociedade cuja composição é de
um coordenador e de um adjunto.

Art. 131 - Este departamento constitui-se de:
I) Setor de Vestuário;
II) Setor de Calçados;
III) Setor de Utensílios, e
IV) Setor de Alimentos.

Art. 132 – Os trabalhadores comparecerão, no dia e horário previstos, para desempenharem
suas respectivas funções de acordo com o cronograma determinado. Parágrafo primeiro - Semanalmente, após o estudo do Evangelho ou outra Obra Básica, os
trabalhadores prosseguem nas respectivas atividades. Parágrafo segundo - Um dia, por mês, a ser fixado pela Diretoria, é destinado ao
atendimento em grande grupo das famílias cadastradas com a distribuição de sopa, a ser
fixado pela diretoria.

SETOR DO VESTUÁRIO

Art. 133 - Este Setor é responsável pelas roupas doadas à Sociedade. É composto de um
responsável e um adjunto, além de uma equipe de trabalhadores.

Art. 134 - As roupas recebidas por doação são selecionadas, registradas e guardadas, e após
distribuídas em datas pré-estabelecidas.

SETOR DE CALÇADOS

Art. 135 - Este Setor é responsável pelos calçados doados à Sociedade. É composto de um
responsável e um adjunto, auxiliados por uma equipe de trabalhadores.

Art. 136 - Os calçados, recebidos por doação, são classificados por tamanho, registrados e
guardados para posterior entrega de acordo com as necessidades levantadas junto às
famílias.

SETOR DE UTENSÍLIOS

Art. 137 - Este Setor é responsável por todos os objetos do lar, de pequeno porte, utensílios
em geral e brinquedos doados à Sociedade, que serão repassados às famílias na data de
entrega das roupas. Parágrafo único - Os brinquedos são recebidos, selecionados e guardados para posterior
distribuição. Os brinquedos usados são reconstituídos pelos trabalhadores.

Art. 138 – Este setor é composto de um responsável e um adjunto, auxiliados por uma
equipe de trabalhadores.

SETOR DE ALIMENTOS

Art. 139 - Este Setor é responsável pela distribuição de alimentos. É composto de um
responsável e um adjunto, auxiliados por uma equipe de trabalhadores. Parágrafo primeiro - Todos os alimentos não perecíveis recebidos através de doações, são
registrados, armazenados para entrega. Parágrafo segundo – A entrega de alimentos realiza-se mensalmente, com uma palestra
doutrinária para todas as famílias cadastradas.

DEPARTAMENTO DE GESTANTES

Art. 140 - Este departamento atende às gestantes, oferecendo orientação baseada na moral
cristã e distribuição de enxovais do recém-nascido. É composto de um coordenador e um adjunto.

Art. 141 - O departamento constitui-se de:
I) Setor de organização de enxovais de recém-nascido, e
II) Setor de atendimento às gestantes.

SETOR DE ORGANIZAÇÃO DE ENXOVAIS DE RECÉM-NASCIDO

Art. 142 - O setor de organização de enxovais trabalha na organização e distribuição dos
enxovais de recém-nascido. É composto de um responsável e um adjunto, auxiliados por
uma equipe de trabalhadores.

Art. 143 - O setor de atendimento às gestantes promove o atendimento e orientação destas
através da bibliografia espírita, com base na moral Cristã. Este setor é composto de um
responsável e um adjunto, auxiliados por uma equipe de trabalhadores.

Parágrafo único - As gestantes são atendidas semanalmente, de forma ininterrupta ou por
determinação da direção.

Art. 144 - É necessário o comparecimento das gestantes à Sociedade para:
I) Fazer a inscrição, através de uma entrevista para a confecção de um cadastro
individual;
II) Após a inscrição a gestante tem o compromisso de participar das reuniões semanais;
III) Receber orientações sobre temas de moral cristã, no total de oito encontros, sendo
exigida freqüência mínima de 75% (setenta e cinco por cento) destes, e
IV) Receber a sacola com o enxoval do recém-nascido, quando da proximidade do parto.

CAPÍTULO XI DIRETORIA ADMINISTRATIVA

Art. 145 - É a Diretoria auxiliar do Presidente na execução das atividades de administração.

Art. 146 - É composta de um Diretor Administrativo, também denominado Primeiro
Secretário, e um adjunto, também denominado Segundo Secretário. Parágrafo único - Os secretários serãoauxiliados no serviço de secretaria pelos auxiliares, em
número necessário ao bom desempenho do trabalho, indicados pelo Diretor Administrativo
e habilitados para este fim.

Art. 147 - Ao diretor administrativo compete:
I) Programar e dirigir a administração da Secretaria;
II) Auxiliar o Presidente no que for necessário;
III) Assumir a Presidência da Sociedade no impedimento temporário e simultâneo do
Presidente e Vice Presidente;
IV) Organizar e manter em ordem o serviço de Secretaria;
V) Redigir e encaminhar ao Presidente a correspondência a ser expedida;
VI) Apresentar nas reuniões todo expediente recebido que deve ser submetido à
apreciação da Diretoria;
VII) Comunicar os interessados a respeito de reuniões convocadas pela Diretoria ou pelo
Presidente;
VIII) Supervisionar, a critério da Diretoria, departamentos e setores quando necessário;
IX) Elaborar listagem dos associados habilitados a votar e serem votados de acordo com
o artigo 22, letra “C” do Estatuto Social;
X) Redigir relatório anual da Secretaria;
XI) Preparar associados efetivos para atuarem na Secretaria, e
XII) Registrar, em livro próprio, todos os associados, contribuintes, efetivos e remidos,
em ordem cronológica.

Art. 148 - Ao Segundo Secretário cabe:
I) Colaborar com o 1º Secretário;
II) Lavrar todas as atas das reuniões da Sociedade;
III) Manter em ordem os documentos arquivados;
IV) Providenciar a organização de editais, portarias e demais documentos oficiais;
V) Substituir o 1º Secretário em seus impedimentos eventuais, cumulativamente com as
suas funções, e
VI) Supervisionar, a critério da Diretoria, departamentos e setores e acumular, quando
necessário e habilitado, a função de coordenador de departamento.

CAPÍTULO XII DIRETORIA FINANCEIRA

Art. 149 - É a Diretoria que controla as finanças da Sociedade. É composta de um diretor
financeiro, denominado Primeiro Tesoureiro, e de um adjunto, denominado Segundo
Tesoureiro. Parágrafo único - Os tesoureiros serão auxiliados no serviço de finanças, por quantos
auxiliares se fizerem necessários, indicados pelo diretor financeiro e habilitados para este fim.

Art. 150 - Ao diretor financeiro compete:
I) Controlar as finanças juntamente com o Presidente;
II) Auxiliar o Presidente, no que tange à parte financeira;
III) Arrecadar as receitas da Sociedadedepositando-as em estabelecimento bancário;
IV) Efetuar pagamentos autorizados pela Diretoria ou pelo Presidente, em cheques;
V) Trazer rigorosamente em ordem e em dia, escriturados com clareza e exatidão, os
livros da Tesouraria;
VI) Apresentar o Balanço Patrimonial e Demonstração de Receitas e Despesas, de cada
exercício, para serem integrados ao Relatório Anual da Diretoria;
VII) Assinar, juntamente com o Presidente, os balancetes, balanços, cheques, bem como
todo o expediente da Tesouraria;
VIII) Supervisionar, a critério da diretoria, departamentos, setores e acumular a função de
coordenador de departamento, quando necessário e habilitado;
IX) Prestar a Diretoria ou ao Presidente, a qualquer momento, esclarecimentos
necessários sobre serviços e atividades da Tesouraria, verbal ou por escrito, mostrando talão
de cheques, extratos de estabelecimentos bancários, bem como apresentando valores e
documentos existentes na Tesouraria sob sua responsabilidade;
X) Preparar associados efetivos para auxiliarem no serviço de finanças;
XI) Aprovar e divulgar, no quadro mural, a prestação de contas dos eventos destinados a
obtenção de recursos financeiros, e
XII) Dar comprovação, através de recibo timbrado, de toda contribuição espontânea
recebida em valores.
XIII) Receber o numerário do caixa da Livraria Espírita “Paulo de Tarso” e providenciar o
seu depósito em estabelecimento bancário.

Art. 151 - Ao Segundo Tesoureiro cabe:
I) Colaborar com o 1º Tesoureiro e substituí-lo em seu impedimento;
II) Manter em ordem e em dia o cadastro geral dos associados para efeito de verificação
de contribuições;
III) Manter em ordem os documentos arquivados;
IV) Negociar o pagamento de mensalidades em atraso dos associados de acordo com o
Artigo 35, letra “o” e “p”, do Estatuto Social, após avaliação individual e autorização da
Diretoria da Sociedade, e
V) Supervisionar departamentos e setores, acumulando, quando necessário e
habilitado, a função de coordenador de departamento.

CAPÍTULO XIII DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

Art. 152 - De acordo com o Artigo 65 do Estatuto Social da Sociedade Espírita “A Caminho da
Luz” a Diretoria elabora o Regimento Interno e o Conselho Deliberativo o avalia e o aprova.

Art. 153 - Toda e qualquer reformulação neste Regimento Interno pode ser feita, quando se
julgar necessária, desde que respeitando o artigo anterior.

Art. 154 - Os casos omissos neste Regimento são avaliados pela Diretoria e submetidos ao
Conselho Deliberativo. Parágrafo único - Qualquer dúvida sobre as orientações necessárias ao bom andamento das
diretrizes estabelecidas neste Regimento e que a Diretoria não possa solucioná-la, deve ser
consultado o Conselho Deliberativo.

Art. 155 - O presente Regimento entra em vigor na data da sua aprovação do mesmo pelo
Conselho Deliberativo, em reunião extraordinária realizada em03 (três) de novembro de
2011, tendo os associados efetivos e remidos um prazo de 30 (trinta) dias para as
necessárias adequações das atividades, a contar desta data, revogadas as disposições emcontrário.

Art. 156 - Nenhuma iniciativa, fora dos procedimentos previstos neste Regimento, pode ser
tomada, por qualquer Diretoria ou Departamento, sem prévia consulta ao Presidente, que a
submete à aprovação do Conselho Deliberativo.

Santa Cruz do Sul, 03 de novembro de 2011.

JORGE RENATO DOS REIS Presidente do Conselho Deliberativo

MARA DUTRA FAGUNDES Secretária do Conselho Deliberativo
Nascer, Morrer, Renascer ainda, Progredir sempre, tal é a Lei. (Allan Kardec)

 

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